Estou lendo uma dissertação de mestrado, muito interessante e gostaria de indicá-la, trata-se não apenas de uma dissertação, e sim de uma experiência, que pode valer de exemplo para muitos educadores, pais, e interessados em educação.
Essa dissertação relata à linha educativa desenvolvida na Casa Redonda Centro de Estudos, um projeto de educação infantil que teve início no começo dos anos 1980, numa chácara em Carapicuíba/SP e que contínua existindo até hoje.
A proposta, foi idealizada pela pedagoga Maria Amélia Pereira, e tem como objetivo o desenvolvimento da sensibilidade da criança e sua forma de se expressar através da linguagem do brincar. Os pilares do trabalho da Casa Redonda são: a Cultura da Infância, como um modo próprio de ser no mundo, onde a multiplicidade e riqueza do universo das brincadeiras ancoram o processo de desenvolvimento, e a Cultura Brasileira, através de seus mitos, lendas, cantos, música, dança, como uma forma de enraizamento da criança no seu lugar de origem, levando em conta o corpo, como veículo sensível e integrador. Esta dissertação estuda a experiência da Casa Redonda Centro de Estudos, apresentando seu contexto pedagógico, suas referências teóricas e a importância da natureza e do espaço físico no processo de educação. Inclui o relato do trabalho desenvolvido pela equipe da Casa Redonda; depoimentos de ex-alunos que vivenciaram esta experiência; cursos de formação de educadores nesta abordagem e o efeito multiplicador em outros projetos sociais.
Título: Para uma educação da Sensibilidade - a experiência da Casa Redonda Centro de Estudos.
Autor: Maria Cristina Meirelles Toledo Cruz
Dissertação de Mestrado, Eca/USP - São Paulo 2005
http://www.casaredondacentrodeestudos.com.br/producoes.html
Oficina de leitura e escrita do curso de pedagogia do ISE Vera Cruz, São Paulo - Brasil
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Difícil começo
Acho que o mais difícil de escrever é começar, bom aqui eis um começo, estava aqui sentada na cadeira tentando trazer recordações sobre meus primeiros contatos com a leitura e a escrita, fiquei surpresa, pois der repente fui coberta por um mar de recordações.
Lembro- me como se fosse hoje, aprendi a ler na 1º série do antigo primeiro grau, e quem me ajudaram muito nisso, foi minha mãe, nesse período, quando eu chegava da escola em casa, sempre pedia sua ajuda, queria muito aprender a ler logo. Primeiro comecei a reconhecer as famílias das letras, depois a juntar as sílabas, e foi assim até conseguir formar uma frase. Um dia dormi na cama de meus pais com a cartilha nas mãos, e foi nesse dia que finalmente aprendi a ler uma frase inteira, acordei no meio da noite, e chamei minha mãe, disparei a ler a cartilha toda, foi à maior satisfação que já tinha sentido, melhor que ganhar um presente, o nome da cartilha era Caminho Suave, e a primeira frase segundo minha mãe foi a “eu vejo a barriga do bebê".
No dia seguinte, cheguei à escola e fui logo contando para minha professora, e ela, contou para a sala toda, fiquei muito orgulhosa, pois além de aprender a ler, tinha sido a primeira aluna da sala a conseguir a tal façanha. Ah!, Minha professora me pediu para ajudá-la com os outros que ainda não tinham a aprendido, isso foi muito satisfatório, pois ainda pude ajudar os outros a aprenderem. Por incrível que pareça, eu não me lembro do nome dessa professora, acho que talvez seja pelo fato, de ter aprendido a ler com minha mãe, mas lembro-me do nome da minha primeira professora, a tia Estela, que eu adorava, ela tinha o costume de visitar os alunos em casa, e era sempre uma felicidade a sua visita. Acho que é isso por enquanto, depois eu conto mais... hahahaha!!!!
Lembro- me como se fosse hoje, aprendi a ler na 1º série do antigo primeiro grau, e quem me ajudaram muito nisso, foi minha mãe, nesse período, quando eu chegava da escola em casa, sempre pedia sua ajuda, queria muito aprender a ler logo. Primeiro comecei a reconhecer as famílias das letras, depois a juntar as sílabas, e foi assim até conseguir formar uma frase. Um dia dormi na cama de meus pais com a cartilha nas mãos, e foi nesse dia que finalmente aprendi a ler uma frase inteira, acordei no meio da noite, e chamei minha mãe, disparei a ler a cartilha toda, foi à maior satisfação que já tinha sentido, melhor que ganhar um presente, o nome da cartilha era Caminho Suave, e a primeira frase segundo minha mãe foi a “eu vejo a barriga do bebê".
No dia seguinte, cheguei à escola e fui logo contando para minha professora, e ela, contou para a sala toda, fiquei muito orgulhosa, pois além de aprender a ler, tinha sido a primeira aluna da sala a conseguir a tal façanha. Ah!, Minha professora me pediu para ajudá-la com os outros que ainda não tinham a aprendido, isso foi muito satisfatório, pois ainda pude ajudar os outros a aprenderem. Por incrível que pareça, eu não me lembro do nome dessa professora, acho que talvez seja pelo fato, de ter aprendido a ler com minha mãe, mas lembro-me do nome da minha primeira professora, a tia Estela, que eu adorava, ela tinha o costume de visitar os alunos em casa, e era sempre uma felicidade a sua visita. Acho que é isso por enquanto, depois eu conto mais... hahahaha!!!!